CURIOSIDADES

06.09.2009

 

Divaldo Franco relata fato inusitado 


Na 55ª SEMANA ESPÍRITA DE VITÓRIA DA CONQUISTA, ocorrida naquela próspera cidade baiana, no mês de setembro de 2008, o querido médium DIVALDO FRANCO, relatou de público fato verídico vivido por ele, que muito sensibilizou a quantos o ouviram naquela ocasião em que se estudara: REENCARNAÇÃO UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA.... Quando perguntaram ao médium se ele acreditava na reeencarnação, disse que não acreditava nela, pois quê ia mais além - ele sabia que ela existia! E narrou-nos o seguinte episódio, que agora visto com minha própria emotividade ao lhes escrever esse singelo artigo.

Divaldo há cerca de 40 anos foi por vez primeira à Paris, hospedando-se na residência de familiares de um casal amigo residente aqui no Rio de Janeiro, à época: Ligia e Emílio Ribeiro.

A primeira noite naquela capital foi-lhe tormentosa, não conseguindo conciliar o sono de modo algum e sendo vítima de atrozes fenômenos psíquicos.

Pela manhã, sentindo-se muito estranho, pediu permissão ao casal anfitrião para sair e dirigir-se a algum lugar que ele mesmo não sabia onde seria. O casal ficou perplexo, sem entender, como uma pessoa que jamais houvera ido àquela cidade pedia para sair sozinho, para ir não se sabia aonde... Ao demais eram 7 horas de uma segunda-feira, onde os monumentos históricos franceses não ficam abertos à visitação pública. Mas, Divaldo insistiu, afirmando-lhes que levaria o endereço deles no bolso e dizendo que qualquer coisa os avisaria por telefone ou pegaria um táxi. Eles anuíram.

Divaldo saiu a pé, depois pegou o metrô, depois um ônibus que começou a levá-lo para fora da cidade. Algum tempo se passou dentro do ônibus e o médium cada vez mais se sentindo noutra personalidade, essa muito endurecida, parecendo detestar tudo e todos à volta...

O ônibus começou a passar perto de certo bosque. Divaldo pediu ao motorista para descer do veículo, dirigindo-se a uma estrada de pedras, muito bem cuidada, uma estrada real, que terminava em frente a enorme Monastério também revestido de pedras, onde bela torre de igreja ao fundo predominava. Era uma ordem religiosa, de monjas enclausuradas, que datava do século XVII, fundada em 1606 por um frade capuchinho.

Divaldo cada vez mais entronizava aquela personalidade estranha para ele, sentia-se aturdido, mas dispôs-se a bater à porta do Monastério, onde sorridente monja-porteira lhe informou que o Monastério não estava aberto à visitação pública; que as monjas eram enclausuradas e só lhes era permitida uma única visita masculina - a do confessor da Instituição.

Divaldo, muito pálido pediu que ela fosse chamar a monja-mestra e deu-se conta que estava falando em francês! Era um francês com um acento diferente... 
Sem saber porque a moça aquiesceu, mandou-o entrar até o parlatório onde uma religiosa, de cerca de 60 anos, passou a lhe dizer da impossibilidade do intento por ele almejado. O médium mais pálido e suando muito disse que desejava uma entrevista com a Abadessa.

Veio a Abadessa, veneranda senhora belga de cerca de 70 anos, e passaram os dois a dialogar mais ou menos assim:

- Senhora, eu sou o fundador dessa Instituição, muito dura para com as jovens que aqui habitam, quando a instituí eu não me dava conta disso, mas hoje venho pedir-lhe para ser mais complacente com as monjas, aja com mais amor, com mais benevolência para com elas! 
- Meu filho, você é tão jovem! Porque está falando em francês provençal? Meu filho, esta Instituição foi fundada no século XVII em 1625. Você está aturdido, vou providenciar levá-lo de volta. Onde se hospeda? Vá na companhia da irmã mestra e outra religiosa... 
- Não antes que eu possa visitar a cela onde faleci. 
- Como você sabe que nosso fundador morreu aqui? 
- Irmã, eu sou ele! Eu vivia em orações contínuas, tanto que onde eu me ajoelhava, o piso de pedra-pome, ficou um pouco mais fundo que o restante do assoalho...A minha cela possuía uma gravura da Madona, que certo dia, após muitas preces, inadvertidamente, queimei um pedaço com uma vela acessa. 
- Como o senhor pode saber disso? Essas referências verídicas não constam em nenhuma de nossas publicações! 
- Irmã eu sou ele! A Irmã diz que não posso visitar minha cela porque teria que passar pelo pátio interno, onde ficam as clausuras proibidas ao sexo masculino... Mas, se formos pelo altar-mor, atrás dele, há uma porta, que dá para uns degraus, que vão terminar num corredor, onde sem passar pela clausura, sem passar pelo átrio principal, chegaremos à minha cela, irmã! Vamos! 
Já que insiste tanto e para acabarmos logo com isso, venha e mostre-nos o caminho que diz conhecer! E Divaldo foi à frente, mostrando o caminho, que reconhecia, com a Abadessa logo atrás dele, depois a irmã-mestra seguida pela monja-porteira. Como nos velhos tempos... O fundador à frente de todas...
Depois do desejo do médium ter sido concretizado e, Divaldo ter observado na cela a surrada vestimenta do sacerdote, ter visto o chão realmente amolgado perto do genuflexório, e de não ter visto mais a gravura da Madona que lá não estava mais, todos muito emocionados, retornaram pelo mesmo caminho... 
A Abadessa pediu para que as outras duas se retirarem e lhe pergunta o que seria aquele fenômeno. Divaldo fala-lhe abertamente da reencarnação, da lei de causa e efeito e, promete mandar-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO e O LIVRO DOS ESPÍRITOS em francês, logo que retornasse à Paris. 
Já era hora do almoço e Divaldo, convidado, almoça na Instituição. Continuam a conversar o médium e a Abadessa. Ela, muito emocionada, expressa amargura por saber disso tudo “tão tarde”, ao que Divaldo lhe diz que não, que ela estava na plenitude das suas forças e que poderia com o novo conhecimento, usar do Amor Incondicional do Cristo para com as moças ali recolhidas. Convidado a lanchar, pois já eram 16 horas, ele declina do convite, mas aceita voltar com as referidas monjas para Paris onde por certo o casal amigo deveria estar preocupado com tão prolongada ausência. 
No dia seguinte, refeito e feliz, ele próprio vai a uma livraria para comprar os dois livros de Kardec, que o seu anfitrião, gentilmente, entrega no Monastério. 
Passam a se corresponder ele e a Abadessa Beatriz que dois anos depois é transferida para a Bélgica, por obrigações administrativas; na década de 80 Divaldo a visita, no referido país, nonagenária, lúcida, muito feliz com o reencontro, mostrando-lhe o EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO, que tanto lia e relia, e aí o médium lhe conta da sua vida atual, das conferências, da Mansão do Caminho e demais atividades que lhe dizem respeito.

 

20.02.2009

 

Mau humor

A revista Circulation, da Associação Americana do Coração publicou um estudo, realizado por uma equipe da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

O título era muito sugestivo: Verdade: raiva mata mesmo. E dizia do aumento significativo dos riscos de se ter um ataque cardíaco, devido ao mau humor.

A equipe, durante seis anos, estudou nada menos do que o comportamento de 13.000 homens e mulheres, com idade entre 45 e 64 anos.

Os pesquisadores descobriram que as pessoas que se irritam intensamente, e com frequência, têm três vezes mais probabilidades de sofrer um infarto do coração, do que aquelas que encaram os problemas com mais serenidade.

Segundo esses estudiosos, cada vez que a pessoa tem um episódio de raiva, o organismo joga no sangue uma carga extra de adrenalina.

A concentração desse hormônio no corpo aumenta o número de batimentos cardíacos e estreita os vasos sanguíneos, o que faz com que a pressão arterial se eleve.

A repetição dos momentos de raiva pode gerar dois problemas que se associam ao infarto. O primeiro é a arritmia cardíaca, o que quer dizer que o coração bate de forma descompassada.

O segundo, é a dilatação das placas de gordura que, por acaso, existam nas artérias.

Por tudo isto, é bom analisarmos os nossos atos.

Por exemplo: o mau humor está se apresentando em nossas vidas de maneira quase constante?

Procuremos examinar as suas origens, a fim de que o possamos liquidar o mais rápido possível.

Caso o problema seja de alguma dívida que esteja nos preocupando, recordemos que não será com mau humor que conseguiremos os recursos para pagá-la.

Se a dificuldade é uma doença que nos atormenta, tenhamos em mente que enfermidade precisa de remédio e não de intolerância, para se curar.

Se estivermos precisando da cooperação de alguém para um empreendimento, uma tarefa, com certeza não será apresentando uma carranca que conseguiremos simpatia e ajuda.

Se estiverem se apresentando contratempos na família, não serão frases ásperas, cheias de amargura e má vontade que irão resolvê-los.

Tudo isto quer dizer que, em verdade, até hoje não se tem conhecimento de ninguém que o azedume e o mau humor tenham auxiliado.

Portanto, o melhor é tentar nos livrarmos dessa postura destruidora, cultivar a paciência e aprender a sorrir.

*   *   *

Ninguém consegue realizar alguma coisa sem os outros e os outros não são culpados por nossos insucessos.

Enfrentemos o novo dia, dispostos a vencer, conquistando o espaço bom que nos está reservado no mundo.

A boa vontade em relação aos outros retornará sempre para nós em clima de simpatia e camaradagem.

Assim, começando hoje, coloquemos beleza em nossos olhos, a fim de olharmos a vida com lentes mais claras, libertando-nos das impressões negativas da noite passada.

Notaremos então que nosso estado íntimo se renovará e tudo tomará uma cor agradável ao nosso redor.

Redação do Momento Espírita com base no artigo Mau humor? Nem pensar,
 publicado no Boletim SEInº 1678, de 27.05.2000 e no cap. Mau humor
 do livro Calma, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de
Francisco Cândido Xavier, ed. Geem.
Em 16.02.2009.

 

 

Boriska: Lemúria & Vida Eterna

Boriska


Boris Kipriyanovich, ou Boriska, hoje [2008] um adolescente, há anos vem aparecendo em jornais, revistas e documentários do mundo inteiro. Ele é considerado uma dos mais destacado seres humanos de uma nova geração que já amplamente conhecida como indigo-children, dotados de faculdades especiais, como um alto grau de inteligência e surpreendentes conhecimentos sobre o Universo, extraterrestres, o passado arcaico da Terra, mistérios da antiguidade e futuro do planeta.


Boriska nasceu em 11 de janeiro de 1996 e desde os quatro anos mora na cidade de Zhirinovsk da região Volgograd, Rússia. Ele costuma visitar uma local próximo à sua cidade, a montanha Medvedetskaya Gryada, considerada "zona anômala". Ali, o garoto encontra o ambiente ideal para o que ele chama de reposição de suas energias.


Seus pais, gentis, educados e hospitaleiros, ficam preocupados com os fascinantes talentos do filho. Eles temem que Boriska tenha dificuldades de convívio social quando se tornar um adulto.Sua mãe conta que o menino conseguia sustentar a própria cabeça com apenas 15 dias de vida. Começou a falar aos quatro meses e com um ano e meio já lia os jornais. Aos dois anos, no jardim de infância, os professores perceberam que ele era diferente: aprendia tudo rapidamente e tinha uma memória extraordinária.


Mais ainda, Boriska, Boriska mostrava conhecimentos que não eram adquiridos na escola, sobre outros mundos, planetas desconhecidos. Sua mãe conta: "Muitas vezes ele se senta em posição de lótus e começa a falar detalhadamente sobre o planeta Marte, sistemas planetários e outras civilizações". O espaço cósmico é uma dos temas favoritos de Boriska. Afirma que viveu em Marte e diz que o planeta é habitado, embora tenha, já uma vez, perdido sua atmosfera depois de uma enorme catástrofe. Hoje, segundo o indigo-boy, os marcianos vivem em cidades subterrâneas.


Lembrando uma vida passada, Boriska afirma que costumava visitar a Terra pilotando uma nave espacial. Naquele tempo, a Terra era dominada pela civilização Lemuriana cujo declínio, que ele testemunhou e foi causado pela degradação espiritual daquela Humanidade. A mãe deu a ele o Whom We Are Originated From [mais ou menos traduzível como De Quem Nós Fomos Originados], de Ernest Muldashev, ele ficou muito entusiasmado com as descrições dos Lemurianos, as imagens dos templos tibetanos e passou muitas horas falando com os pais sobre a Lemúria, seu povo, sua cultura. Segundo Boriska, os lemurianos dominaram a Terra a 70 mil anos e eram gigantes de 9 metros de altura. Perguntado sobre como sabia tais coisas, respondeu: "Eu me lembro, eu vi".


Sobre um segundo livro de Ernest Muldashev, In Search of the City of Gods [Em Busca da Cidade dos Deuses], mais uma vez olhando as figuras, comentava sobre as pirâmides, os santuários e revelou: "As pessoas não vão encontar os conhecimentos antigos embaixo da Grande Pirâmide de Quéops [Egito]. Esse conhecimento está oculto no subterrâneo de uma outra pirâmide que ainda não foi descoberta e acrescentou: "A Humanidade vai se surpreender e até mudar quando conseguirem abrir a Esfinge; há um mecanismo de abertura em algum lugar atrás de uma orelha, não me lembro exatamente onde".


Boriska também adverte sobre uma alteração dos pólos magnéticos da Terra que, em breve, causará duas catástrofes: uma em 2009; outra em 2013. Poucas pessoas sobreviverão; e fala sobre a morte: "Não, eu não tenho medo da morte porque nós vivemos eternamente. Houve uma catástrofe em Marte, onde eu vivia. Pessoas ainda vivem lá. Houve uma guerra nuclear e tudo virou cinza. Mas eles construíram abrigos e criaram novas armas. Os marcianos, em geral, [não se sabe o quê ele quer dizer com "em geral"], respiram dióxido de carbono. Se viajassem para outro planeta [como a Terra] teriam de se manter vivos usando respiradouros adequados" [standing next to pipes and breathing in fumes].


Perguntaram, [tolamente] a ele:"Se você é de Marte, você precisa de dióxido de carbono? Resposta: "Se eu estou neste corpo [terreno] eu respiro oxigênio" [o quê é óbvio! no contexto...]. Mas você sabe, isso causa envelhecimento". Especialistas perguntaram ao jovem por quê naves da Terra freqüentemente quebram ou são desativadas quando se aproximam de Marte. Ele explicou: "Os marcianos transmitem sinais especiais que danificam naves, estações e/ou sondas que emitem radiações". Boriska tem dificuldades com escolas. Fez uma entrevista e foi colocado no segundo grau porém logo quiseram livrar-se dele: constantemente interrompia os professores apontando-lhes erros. Agora ele estuda com um professor particular.


FONTE: Boriska, boy from Mars, says that all humans live eternally
PRAVDA ENGLISH - publicado em 05/03/2008 tradução: Ligia Cabús
LINK RELACIONADO:
BORISKA: O MENINO QUE VEIO DE MARTE

 

 

Artigos de Jorge Hessen (abaixo) 

CIENTISTAS ESTARIAM SUBVERTENDO A ORDEM DIVINA AO MANIPULAR CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS?

(06.04.05)     Conforme item 2/2005 do site http://jorgehessen.net

O governo federal lançou dia 20/04/2005 o primeiro edital que permitirá o financiamento de pesquisas com células-tronco no país. Serão liberados R$ 11 milhões dos ministérios da Saúde e da Ciência e Tecnologia. A verba será utilizada para financiar projetos de pesquisas básicas (experimentações in vitro), pré-clínicas (experimentos com animais) e clínicas (experimentos em seres humanos) que tenham o objetivo de desenvolver procedimentos inovadores em terapia celular. Também poderão ser pesquisadas células-tronco adultas da medula óssea e do cordão umbilical e células-tronco embrionárias, incluídas no edital por causa da lei de biossegurança.(1)

PESQUISA COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS - O DEBATE CONTINUA


(21.03.08)   Conforme item 14/2008 do site
http://jorgehessen.net

Em razão do processo (1) proposto (de ranço religioso) no Supremo Tribunal Federal contra o artigo que trata da manipulação de células-tronco embrionárias para fins terapêuticos, defendemos o argumento de que a ciência e o direito à vida precisam prevalecer sobre a religião na decisão final. Ressaltamos, por oportuno, que a Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República ratificou a decisão do Congresso Nacional, que aprovou, por ampla maioria de deputados e senadores, a permissão de pesquisas com células-tronco embrionárias no Brasil. É importante frisar, também, que "defender a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias para fins terapêuticos mais do que um posicionamento técnico-científico é a defesa dos Direitos Humanos, da Dignidade da Pessoa Humana". (2)

CÉLULA TRONCO E FLUIDO VITAL


(15.03.08)  Conforme item 15/2008 do site
http://jorgehessen.net

Alguns estudiosos fazem alusão à intensidade do princípio vital que, nas células embrionárias, é mais presente que nas congêneres adultas encontradas na medula óssea, na placenta e no cordão umbilical; na capacidade de se diferenciar e constituir diferentes tecidos nos órgãos do corpo humano; e, na especialidade da auto-replicação. Sobre o Princípio Vital Kardec, em "A Gênese", explica: "(...) Há na matéria orgânica um princípio especial, inapreensível (grifamos) e que ainda não pode ser definido: o princípio vital. Ativo no ser vivente, esse princípio se acha extinto no ser morto; tal princípio é um estado especial, uma das modificações do fluido cósmico, pela qual este se torne princípio de vida. A vida, portanto, como "efeito" decorrente de um agente princípio vital sobre a matéria (fluido cósmico), tem, por sustentação, a matéria e o princípio vital em estado de interação ativa, de forma contínua. Decorrente da mesma fonte original - pois "reside" no "fluido magnético animal", que, por sua vez, não é outro senão o fluido vital - tem, contudo, a condição peculiar de veicular o contato com o princípio espiritual". (1) Obviamente, não são a mesma coisa o princípio espiritual e o princípio vital. A matéria tem uma vitalidade independente do Espírito e o Espírito tem uma vitalidade independente da matéria. Essa dupla vitalidade repousa em dois princípios diferentes.

PESQUISA PARA FUTURAS TERAPIAS COM CÉLULAS-TRONCO EMBRIONÁRIAS É CONTRÁRIA AO ESPIRITISMO?

(27.12.08)   Conforme item 66/2008 do site http://jorgehessen.net

Apesar de o Manifesto, promulgado no V Congresso Médico-Espírita (1), ter sido contrário à utilização das células-tronco embrionárias, quer em pesquisas ou em terapias, mas, aprovando, quanto à utilização das células-tronco adultas, insistimos no tema, por conhecer muitos médicos favoráveis às pesquisas e utilização das células-tronco embrionárias e, também, por não conceber tal documento como posicionamento da Doutrina Espírita, ou seja, não se trata de uma posição do Espiritismo, e sim uma opinião institucional que será, futuramente, confirmada, ou não, pelos fatos.


Jorge Hessen
http://jorgehessen.net
http://espiridigi.net (O ESPIRITISMO NA ERA DIGITAL)

 

Brasil

Grande Lição de Kardec

 

 “E ele esteve entre vós, e não o reconhecestes” – Jesus-(Mt 17:12-13)

            Estas palavras do Mestre sobre João Batista, mostram que é antiga a pouca atenção da Humanidade com quem está à sua volta. Muitos- milhares certamente- de seres extraordinários, cumprindo missões gigantescas, passam pelo mundo, não são percebidos, e somente depois, muito tempo depois, descobre-se a grandiosidade e a importância de suas presenças e de suas obras. Às vezes.

            Os espíritas, com múltiplas especulações, tentam identificar, em certos casos “a  forceps”, retornos de ilustres personagens passados, e aqui e ali pontuam-se revelações, algumas baseadas em indícios hígidos, marcantes, mas noutras, com carência de realismo, de difícil aceitação racional, somente concebíveis à custa de uma boa ajuda da emoção, da simpatia, da beleza dos personagens envolvidos,  e porque não dizer, de uma inocente e inofensiva alavanca anímica.

            Um dos mais intrigantes, e que mais suscitam hipóteses, casos de possíveis voltas, se baseia na promessa feita em torno de Allan Kardec- nosso querido lionês- onde o codificador da Doutrina Espírita, em suas “Obras Póstumas”, revela que o Espírito da Verdade advertia sobre sua ida, em breve para o plano espiritual, com seu retorno à Terra -”Para dar continuidade ao trabalho de consolidação da Doutrina do Paráclito”- nos primeiros anos do Século XX.

            Não é uma sugestão, uma proposição ou desejo. Não é uma figura de retórica. É uma promessa! Não é uma revelação de vontade pessoal, mas determinação firmada.

            Partindo de quem partiu, seguramente se pode ter a certeza de que, findo o século XX, escoado o tempo razoável de tolerância, “ele esteve entre vós e não o reconhecestes”. Aliás, ele está. O Educador, organizado, metódico, sistêmico, enérgico, elevado, de ampla cultura, de profundidade, altura e autoridade que permitem conversar com o Mestre Jesus em amorável intimidade, esteve e está entre nós.

            Sem que sejam necessários exercícios burlescos de transformação radical de personalidade, estilo e essência (que os espíritos sempre guardam entre si, como partículas desinentes de individualidade e de conquistas pretéritas), podemos identificá-lo, com todos as matizes e nuances, incorporadas e refletidas nas ações daquele que na opinião do ínclito Camille Flammarion, era o “Bom senso encarnado”.

            Após sucessivas vidas de sacrifício e apostolado, permeando sempre os caminhos da busca da Evolução, não descansando e nem se rendendo às inclementes resistências que lhe opunham as forças comprometidas com o atraso, esteve presente em todas as fases importantes da Humanidade, nos últimos milênios, se constituindo em expoente farol, a revelar as verdades, indicando o roteiro, esclarecendo e ensinando. Sobretudo ensinando.

            Por 75 anos ininterruptos teve ele contato direto e quase que diário com todos os profitentes e estudiosos da ciência, filosofia e religião espírita . Desde 27 de Julho de 1927.

            Allan Kardec é Emmanuel!

            Após passar por diversos períodos de sua própria ascensão, o superior espírito volta à Terra, numa permanência de mais de 70 anos, coordenando, orientando, em apoio e harmonia com o também imensurável Apóstolo Chico Xavier. Desde 1927, sob o clarim angélico de Carmen Perácio, Emmanuel assume ao lado de Chico, a coordenação dos trabalhos de crescimento da e pela Doutrina do Consolador. Ao lado porque é assim que trabalham, sob a regência una e majestosa de Nosso Amado Jesus!

            Sim, Emmanuel também foi Manoel de Nóbrega (rígida semelhança, na autoridade, liderança, cultura e atitude!), como o foi Públio Lêntulus, Nestório e daí se enchem dois livros. Mas, é em Kardec que consolida sua posição firme de pioneiro, desbravador das trevas do mundo, com as verdades do Divino Mestre. Notícias de entidades muito iluminadas nos falam de seu papel importante no Mundo Antigo, na figura extraordinária do profeta Samuel. A propósito,lendo o Velho Testamento, no livro I de Samuel, em seu capitulo 28, em seus versículos 1 a 25, podemos participar de uma completa sessão espírita com manifestação mediúnica, de Samuel para Saul, através da intermediação de Neriah, a feiticeira (médium) de En Dor.

            Cumprindo fielmente sua promessa, esteve por 71 anos, muito presente, dia a dia, com palavras diretas e insofismáveis, com didática irreprochável, expungindo as dúvidas, de modo claro, em lições de verdade irretorquível,  a serviço da Terceira Revelação.

            Como sempre soe, hão de surgir as questiúnculas e interrogações. Mas as dúvidas são o caminho da sabedoria, no conceito aristotélico, corroborado por Jesus, que só nos permite a excelsa libertação após conhecermos a Verdade!

            E é o próprio Emmanuel/Kardec quem nos traz a elucidação daquela questão, que seria talvez, se não a mais importante, a mais freqüente: No Evangelho Segundo o Espiritismo, em seu Capítulo XI, tomo 11, temos uma carta sobre o “Egoísmo” assinada pelo espírito “Emmanuel”. O signatário daquela mensagem, por razões próprias adotou esse codinome, não sendo entretanto, aquela, a mesma pena a do escritor de “Paulo e Estevão” e mais de 110 obras diretas. Mas, o pseudônimo era bom, e se adequava às proposições preliminares, como o do adotado de ancestrais druidas, pelo então professor-cientista Leon Hippolyte. Além do mais, era uma homenagem a seu grande companheiro, elevado e sábio espírito de Swedenborg, que também era Emanuel.

 

            Isso explica, sobejamente, a razão de não ter Chico Xavier, ao longo de seu missionato tão longevo, recebido qualquer linha assinada por Allan Kardec. Que incoerência seria, admitir que o Codificador não se comunicava via mediúnica, e que um dos maiores interlocutores da espiritualidade, encarnado, não possuísse a sensibilidade de conectar-se ao Codificador da Doutrina que ele tanto difundiu! Óbvio que aí, aqueles que imaginaram ter sido Chico a volta de Kardec, afirmarão ser esta, uma prova inconteste, de que o doce e afável rapazote de Pedro Leopoldo voltasse à lide carnal, depois de abrigar a autoritária e retumbante personalidade do professor francês! É como se coligíssemos, à partir disso, a reencarnação, próxima e seqüente, de um arrebatado e belicoso gladiador, numa suave e sensível “prima donna” do ballet clássico. A função indispensável do perispírito estaria aí comprometida, em essência, contrariando aos próprios ensinamentos obtidos no “Pentateuco kardequiano”, a respeito da sucessão das existências e os resquícios remanescentes de personalidade impregnados de modo indelével.

            “Mas-”, dirão, os obstantes, “o que importa isso para a Doutrina Espírita?”. Importa muito!. Trata-se além  de um compromisso cumprido, mais uma extraordinária lição trazida até nós por Kardec/Emmanuel, na evidenciação de que “voltar” não é necessariamente estar no cárcere da carne, mas na plenitude do juízo, da razão e da coerência, com a Verdade trazida a nós por Jesus Cristo. Aliás, como Ele estará voltando, em Glória e Espírito até nós, sem precisar se submeter (de novo?) à estupidez e barbárie de criaturas tomaicas e atrasadas, o que aliás ainda caracteriza a maioria. Sabemos que muitos ainda ardem-se por dentro, no desejo de reviver os espetáculos dos martírios e calvários. Certas manias antigas são difíceis de ser abandonadas!

            Mas os tempos são chegados, e Ele está voltando, em Vitória e Luz! A lição, sobretudo aos espíritas, retentores da maior quota de Revelações que foram feitas à Humanidade, está sendo ministrada por Emmanuel/Kardec. Debrucemo-nos sobre ela. É a regência consagrada do espírito sobre a matéria!

            Quando aceita, e vira certeza, a Verdade alimenta, e os males das imprecações errôneas são corrigidos. Assim, os empedernidos em suas opiniões deixarão as suposições vazias e estéreis, para a confrontação da realidade, estuário seguro da fé raciocinada.

              Francisco Valdomiro Lorenz

 

NB- Essa informação me foi dada pelo próprio Emmanuel, em 2 de Janeiro de 1976, quando este sábio mentor elaborava o prefácio do “Esperanto Kiel Revelatio”. A seu pedido autorizou-me divulgá-la 33 anos depois. Compromisso firmado, promessa cumprida. (FVL)

 

 

Mensagem recebida em sessão pública, em 23 de Dezembro de 2008, em Esperanto, pelo médium Arael Magnus,  no  CELEST- Centro Espírita Luz da Estrada- Fundoamor - Fundação Operatta de Amparo e Orientação- Estrada Velha de Nova Lima, 1275- Castanheiras- Sabará- MG em 23 de Dezembro de 2008. (Tradução de Jurandir Lazarotti)- (031) 3675 –0325

   Viva 2009- 150 anos do nascimento de LL Zamenhof-

 

 

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Brasil

CONSIDERAÇÕES SOBRE EMMANUEL NO SÉCULO XXI – 3ª PARTE

 

Continuando nossas análises sobre o tema proposto nas duas primeiras partes de nosso artigo, começaremos por divulgar mais um testemunho público acerca da reencarnação do espírito de Emmanuel no início do século XXI. Desta feita é o digno Divaldinho Mattos da cidade de Votuporanga, São Paulo, amigo íntimo de Chico Xavier e dirigente da Didier Editora, que, ao ver nossos artigos anteriores publicados pela imprensa espírita nos telefonou para contar o testemunho dele mesmo a respeito do tema. Divaldinho Mattos nos relatou que em conversa presenciada por inúmeras pessoas do Brasil inteiro, num almoço na casa de Chico Xavier em Uberaba, nos idos do ano 2000, Chico afirmara para todos que o espírito de Emmanuel já havia retornado ao mundo físico pela via da reencarnação. Como vemos os testemunhos se multiplicam e diversos confrades que conviviam de perto com o inesquecível médium Chico Xavier vêm a público dar testemunho do que Chico afirmou sobre o assunto.

Mas voltemos ao fio da meada de nossas considerações anteriores. Analisávamos a questão atualíssima dos porquês alguns médiuns "psicografarem" mensagens assinadas pelo espírito de Emmanuel.  Das três possibilidades estudadas, vamos hoje considerar a terceira hipótese levantada : a possibilidade de se tratar de uma falange de espíritos admiradores da obra de Emmanuel e que estariam escrevendo "em homenagem ou em honra" a ele.

Sem dúvida que esta hipótese é também plausível. Uma vez conversando pessoalmente com Chico Xavier, com quem tive a alegria de conviver na intimidade por mais de duas décadas, perguntei a ele sobre a quantidade de mensagens que se obtinham no Brasil inteiro, em cidades distintas e variados agrupamentos espíritas, com a assinatura do venerável espírito de Dr. Adolfo Bezerra de Menezes. Chico na ocasião me respondeu que seria humanamente impossível que Dr. Bezerra fosse de fato o autor de todas essas mensagens, mas que, pela envergadura que o trabalho assistencial e socorrista que o nome dele inspirara na Terra e no Além, sob a permissão de Jesus, criou-se uma falange de espíritos por Dr. Bezerra dirigida, que atuava com a utilização de seu nome, amparando os aflitos e sobrecarregados em busca do alívio cristão.

Na pergunta de número 505 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, Allan Kardec indaga :

"Os Espíritos protetores, que tomam nomes conhecidos, serão sempre, realmente, os das pessoas que tiveram esses nomes ?"

E a lúcida resposta da Espiritualidade Maior não se fez de rogada, respondendo muito claramente :

"Não, mas Espíritos que lhes são simpáticos e que muitas vezes comparecem por sua ordem. Precisais de nomes; então eles tomam um que vos inspire confiança. Quando não podeis realizar pessoalmente uma missão, enviais alguém de vossa confiança, que age em vosso nome."

Interessante observarmos a extensão da resposta dos espíritos superiores a Allan Kardec. Dizem peremptoriamente que os espíritos que assinam nomes conhecidos NÃO são a personalidade provisoriamente assumida mas sim que muitas vezes são entidades simpáticas que comparecem por ordem daquela. E dizem mais, esclarecem que somos nós os humanos da face da Terra que PRECISAMOS DE NOMES. Mais um atestado da infância espiritual em que nos relegamos, esquecendo-nos de nos preocupar em primeiro lugar com o conteúdo da mensagem veiculada e deixando-nos levar pelas ilusões de supremacia ou pela vaidade da prevalência de uns diante dos outros. Tudo enfim pode se resumir pela vã vaidade humana! Então piedosamente os espíritos protetores tomam a si nomes que nos inspirem a confiança necessária para que continuemos recebendo-lhes as orientações.

Por diversas vezes em Uberaba, nas reuniões semanais do Grupo Espírita da Prece, local de trabalhos psicográficos do querido médium e amigo Chico Xavier, presenciamos a atividade de determinada irmã na psicografia, na mesa do grupo, que de vez em quando comparecia. Curiosamente na hora da leitura das mensagens ela lia a que havia sido veiculada por suas mãos e ao final a assinatura : EMMANUEL.  Aquilo nos estranhava muito o coração, uma porque não reconhecíamos a linguagem cheia de sábia síntese do venerável instrutor e outra porque observávamos que o próprio Chico franzia a sombrancelha gravemente sem nada dizer a respeito. Esta situação perdurou por muitos anos até que um dia, após a reunião, convidado por ele a tomar um café em sua casa, altas horas da madrugada, pudemos conversar longamente a respeito do assunto de meu desagrado íntimo. Quando perguntado se o espírito que declarava-se EMMANUEL por aquela outra médium era o mesmo espírito de EMMANUEL que agia por intermédio dele, Chico, ele riu-se gostosamente de minha preocupação e arrematou para meu próprio esclarecimento :

"Geraldinho, o espírito de EMMANUEL que eu conheço é um só. Agora, existem muitos MANUÉIS por aí !"

Pacificado nas minhas próprias dúvidas nunca mais voltei ao assunto com o estimado Chico, continuando a observar a determinada irmã insistir no seu desiderato mediúnico. Hoje posso de fato compreender mais o assunto, verificando pelo esclarecimento de O LIVRO DOS ESPÍRITOS, que muitas vezes, nós médiuns, é que precisamos dessas escoras veneráveis para continuar trabalhando.

A obra de nosso caro amigo e médium Carlos Baccelli, que conviveu anos a fio na companhia de Chico Xavier em Uberaba, inclusive psicografando ao lado dele no Grupo Espírita da Prece, cujo título é FUNDAÇÃO EMMANUEL, trouxe luzes novas sobre este assunto, relatando-nos a existência no mundo espiritual de uma Fundação que leva o nome do venerável benfeitor Emmanuel, destinada a lhe abrigar os patrimônios morais inalienáveis e inconspurcáveis, justamente enquando o espírito de Emmanuel estivesse de volta ao plano físico, pela reencarnação no século XXI. Esta Fundação tem como diretor espiritual o espírito de Ferdinando, intimamente ligado ao espírito de Emmanuel desde priscas eras. Ferdinando é o mesmo senador Pompílio Crasso companheiro de infortúnios de Públio Lentulus no livro HÁ DOIS MIL ANOS; é também Helvídio Lucius para quem servira o escravo Nestório no livro 50 ANOS DEPOIS; é também o Rei Ferdinando de Aragão no século XVI dos Reis Católicos de Espanha na época em que o Padre Manoel da Nóbrega se preparava para sua missão jesuítica ao Brasil; é também o Cirilo Davenport amigo do Padre Damiano do livro RENÚNCIA, e é  também em última reencarnação o Dr. Rômulo Joviano em Pedro Leopoldo, braço direito do espírito de Emmanuel na recepção mediúnica dos livros por ele programados para o médium Chico Xavier nos primeiros anos de sua mediunidade em Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Nada mais natural, portanto, do que entregar o acervo desta mesma obra a quem tanto colaborou na Terra pelo seu aparecimento, como autêntico protetor, afim com os propósitos do venerável orientador espiritual Emmanuel, quando este retornou ao mundo físico pela reencarnação no início do século XXI. A existência desta Fundação Emmanuel no mundo espiritual, relatando-nos as centenas de espíritos que lá estudam e aprendem a extensão do pensamento de Emmanuel, para continuar transmitindo ao mundo terrestre a a beleza desses ensinamentos, é de fato uma realidade inquestionável, perfeitamente lógica e sintonizada com a obra da codificação kardequiana que nos esclarece sobre o assunto dos espíritos protetores e suas missões coletivas. Creio até que a existência desta Fundação Emmanuel no mundo espiritual é a revelação de uma saída honrosa para os tantos médiuns que andam recebendo comunicações espirituais com a assinatura de EMMANUEL.

Afinal de contas, antes poderem aceitar trabalhar com uma falange de espíritos que atuam em nome de EMMANUEL do que facearem questionamentos quanto à autenticidade de suas produções mediúnicas no que concerne às outras possibilidades analisadas, quais sejam as da fascinação de entidades malfazejas e vaidosas ou a pura e simples mistificação mediúnica, tão lembrada por Allan Kardec como um escolho à mediunidade com Jesus.

Que os nossos irmãos espíritas possam avaliar tudo quanto estudamos nestas três partes de nosso artigo, acendendo a luz da razão antes da fé cega, e possam concluir por si quanto à relevância do tema. Para terminar gostaríamos de deixar aqui para nossa reflexão a resposta dos espíritos superiores a Allan Kardec, constante de sua pergunta número 521 de O LIVRO DOS ESPÍRITOS :

"Há Espíritos protetores especiais e que assistem os que os invocam, quando os julgam dignos. Mas, que quereis que façam com os que pensam ser o que não são ? Eles não fazem os cegos verem, nem os surdos ouvirem. "

 

 Fonte:

Geraldo Lemos Neto – Idealizador da Casa de Chico Xavier de Pedro Leopoldo e diretor do Centro Espírita Luz, Amor e Caridade , da Fraternidade Espírita Cristã Francisco de Assis e do Vinha de Luz – Serviço Editorial de Belo Horizonte, Minas Gerais

 

 

Londres

Peca Teatral ESPIRITA em LONDRES

 

Dirigido por Lucas Johnson, a peca Ha 2000 Anos foi um sucesso, em sua estreia dia 26 de Novembro de 2005, na cidade de Londres, no teatro WALTHAM FOREST THEATRE.   Um publico de mais de 200 pessoas, assitiram por 1h40m, a peca, em um so ato.  Ao final o publico aplaudiu em pe.

 A peca foi baseada no livro do mesmo titulo, escrito pelo espirito Emmanuel, atraves das santas maos de nosso querido Chico Xavier. Johnson, o diretor, ja sendo um profissinal na area de dirigir pecas teatrais no Amazonas, foi quem escreveu o script. Em seguida traduzido ao ingles por Silvia Gibbons e revisado pelo nativo ingles Christopher Kinghorn, que tambem tomou parte na peca como narrador-3. O narrador-1 Johnny Claydon, natural da Nova Zelandia, e o terceiro narrador, Silvia Gibbons.  A peca contou com a participacao de 22 atores e atrizes trabalhadores da BUSS. Contou ainda com equipe da criacao dos trajes, costura, maquiagem, sonorizacao, voz off, etc.

O objetivo da peca, e mostrar ao publico a mensagem espirita escrita psicograficamente por Emmanuel, trazendo a informacao sobre a ciencia do perdao, do esquecimento das faltas passadas, da comunicabilidade com os espiritos, da protecao espiritual. Trouxe tambem a mensagem de Jesus, e a sabedoria de Emmanuel ao passar ao leitor, ao expectador, os topicos filosoficos, cientificos e religiosos contido na obra.

Estando na recepcao, entregando o programa da peca, pude contar 26 ingleses, depois perdi a conta. Nos emocionou ver familias de ingleses que vieram casal e filhos.  Todos que passavam pela recepcao, recebiam um exemplar da Spiritist Review, editada pelo CEI, alem do folheto Conheca o Espiritismo, em ingles, tambem impresso gratuitamente pelo CEI. Muitos brasileiros e espanhois receberam as Revistas Reformador e RIE. Mensagens espiritas foram disponibilizadas em Ingles  portugues a vontade a quem desejasse pegar.

Temos certeza que estes ingleses que nunca haviam visto livros espiritas, ou entrado em um Centro Espirita,  levaram a informacao espirita correta. Nao sairam o mesmo, como entraram.

Com esta a peca teatral espirita  estreada no dia 26 de Novembro de 2006, TWO THOUSAND YEARS AGO (Ha 2000 anos)  tambem homenageamos em nossos coracoes, a querida Gabriele Boudet Rivail, nascida no dia 23 de novembro, portanto 3 dias antes da estreia da peca. Como Leon Denis, a sra. Allan Kardec tinha um carinho pelas artes, escreveu livros de poemas, e o seu grande merito foi agir e atuar ao lado de nosso querido Kardec.

Antecendendo a peca, na salao de musica, foram apresentados musicas classicas e modernas, pelos musicistas Joao Dalledone ao piano, Eddie Abdullah  no Guitar/Bass e Tania Lisboa  no violoncello.  Ao final muitos aplausos, aquecendo coracoes pela cultura espirita, numa noite muito fria em Londres, Inglaterra.

 Elsa Rossi  -  Dept. Eventos da BUSS

 www.spirity.com/uk

Rússia

 

Menino Russo Desperta a Curiosidade de Cientistas ao Revelar que Veio de Marte 03/04/2008 Falando com
prioridade sobre as características de Marte, Boris Kipriyahovich afirma ter encarnações passadas naquele
planeta e enfatiza a Lei de Amor entre homens na Terra neste período de transição.A pluralidade dos mundos
habitados é revelação básica, aceita, há 150 anos, pelos seguidores do Espiritismo. Faltam-nos, porém, até o
momento, provas mais concretas da existência de vida extraplanetária. E isso não deixa de aguçar a nossa
imaginação: como seriam esses outros seres? Que tipos de vida teriam? Recentemente, um menino russo de apenas
12 anos, que dá entrevista desde antes dos 7, tem aguçado ainda mais nossa curiosidade, pois afirma ter tido
suas últimas encarnações no planeta Marte. A história pode ter uma conotação fantasiosa, própria de crianças
dessa idade, mas as entrevistas feitas com ele por cientistas russos impressionaram tanto que o assunto mereceu
destaque no Pravda, um dos jornais de maior circulação da Rússia. Assuntos já conhecidos por todos os que
estudam o Espiritismo são referidos, naturalmente, por ele, com riqueza de detalhes: reencarnação, necessidade
de amor e perdão, transformação e regeneração planetária, entre outros.A história de Boris, ou Boriska, como é
conhecido, começou a evidenciar-se logo aos 3 anos de idade, quando já nomeava com exatidão os planetas do
Sistema Solar e apontava sua localização, bem como falava as galáxias e do Universo em geral. Aos 7 anos,
chamou a atenção de pesquisadores ao relatar dados físico-químicos de Marte, bem como a estrutura de naves
espaciais, detalhes sobre civilizações e expedições ao planeta Terra. Revelou ainda dados do grande continente
da Lamúria, desaparecido há milhares de anos, tudo com um vocabulário altamente evoluído e técnico, não
compatíveis com sua idade. Vale ressaltar que ele nunca ouvira falar de tais assuntos anteriormente. Tal
riqueza de informações fez com que cientistas afirmassem que as histórias contadas por Boriska não são frutos
de sua imaginação, mas sim memórias de vidas passadas no planeta Marte, pois muitos dos detalhes transmitidos
devem ser pessoalmente conhecidos.Vida extraplanetáriaSua habilidade intelectual sempre foi superior à de
outras crianças de sua idade, porém nada se compara às terminologias utilizadas por ele para sobre o cosmos.
Boris relatou ainda como costumava viver em Marte, que o planeta era habitável e que sobreviveu a uma
catástrofe que modificou a história do planeta e de seus habitantes: a destruição da atmosfera, fazendo com que
a vida só continuasse possível em cidades subterrâneas. Nesse período, ele freqüentemente fazia viagens ao
planeta Terra, onde realizava pesquisas científicas. Isso na época da antiga Lemúria, onde relata ter
presenciado explosões de montanhas que causaram o afundamento do continente nas águas. Conta ainda que um
lemuriano, amigo seu, faleceu diante de seus olhos sem que nada pudesse fazer. Ficou, porém, para ambos a
certeza de que se reencontrariam nesta vivencia sobre a Terra. E isso é algo reconfortante. Boris ainda explica
que nossas sondas espaciais são facilmente destruídas ao se aproximarem de Marte devido aos raios que emitem.
Em 1998, esse fato foi alertado pelo russo Yuri Lushnichenko, que tentou avisar os líderes soviéticos do
Programa Espacial Russo sobre as possíveis falhas das sondas Phobos 1 e Phobos 2, devido aos raios e às
bactérias radioativas que seriams estranho à atmosfera de Marte. Mesmo com a falha das sondas, o governo
soviético não deu atenção ao aviso. Essa tática de aproximação, no entanto deverá ser reavaliada.Transição Os
cientistas que entrevistaram Boris perguntaram o porquê do surgimento de tantas crianças com inteligência acima
da média. O garoto respondeu que decorre das mudanças que acontecerão em breve no planeta, situando-as em 2009
e 2013. Com seus conhecimentos, essas crianças vão ajudar os povos espalhados por toda a Terra a passar pelo
período de transição. Lembrou que essas modificações já ocorreram em Marte e não foi tudo destruído como
pensamos. Muitas pessoas sobreviveram e recomeçaram suas vidas, apesar das mudanças nos continentes e também na
composição da atmosfera. Esses ciclos periódicos de transformações bruscas, pelos quais passam os planetas,
fazem parte de reajuste cármicos de seus habitantes e da renovação natural. São regidos, portanto, por forças
universais que propiciam a evolução e o aprimoramento das essências das criaturas e da própria Criação Divina.
Ressaltou ainda que, nos períodos de transição, é fundamental manter a esperança no futuro e a crença na
sobrevivência da alma.Vale a pena relembrar que os antigos maias já davam por certa transição em 23/12/20012,
data próxima à citada pelo garoto Boris. Devemos lembrar que as profecias maias não foram feitas por pessoas
que gostam de catástrofes, mas sim por estudiosos da época que chegaram à conclusão que essa data seria o fim
de um ciclo para o nosso planeta. Essa transição, ainda de acordo com as profecias, seria boa ou ruim,
dependendo da própria humanidade. Para alguns - os sensíveis e intuitivos - seria ótimo, para outros - os
racionais -, um grande sofrimento. Não seria o fim do planeta, mas o inicio de uma Nova Era.Lemúria, lei do
amor e reencarnação Quanto ao desaparecimento dos habitantes da Lemúria, Boris comentou que os lemurianos não
estavam mais desenvolvendo espiritualmente, haviam se desviado do caminho da luz, e isso acabou por destruir a
integridade daquele continente.Não sabe ainda qual a sua missão na Terra, porém, já descortina o futuro do
planeta. O conhecimento será distribuído de acordo com qualidade e o nível de consciência de cada individuo. No
que se refere à reencarnação, afirma que se lembra com exatidão de sua vida em Marte, especialmente das guerras
que pro lá existiram. Quanto ao período de transição, que ora vivemos, afirma que os novos conhecimentos não
serão dados às pessoas mesquinhas ou viciosas como ladrões, alcoólatras e aqueles que não desejam se mudar para
melhor. Esses terão que deixar o nosso planeta. A informação terá um papel preponderante na evolução, porque é
um tempo de união e cooperação que se inicia na Terra. Para Boris, as pessoas sofrem ou são infelizes por não
viverem corretamente. Elas precisam ser boas. E conclama: se alguém lhe bater, abrace quem o feriu. Se fazem
você sentir-se envergonhado, não espere por desculpas, peça-as você. Se o insultam e humilham, ame-os do jeito
que são. Essa é a relação do amor, da humildade e do perdão, que deve ser observada por todos. Amar uns aos
outros, essa é a Lei, conclui o garoto que afirma vir de Marte. O consolo é que sempre existirão sempre médiuns
e profetas confiáveis que continuarão a alertar os seres humanos quanto às probabilidades dos acontecimentos
futuros. Com isso, nossas mentes vão se abrir para o fato de que a única forma de evitarmos as grandes
catástrofes exteriores é eliminando as catástrofes interiores, calcadas em nossos próprios vícios e paixões.Há
na literatura espiritualista profecias e mensagens que apontam para os prováveis rumos que a humanidade tomará
em futuro breve. Muitas delas coincidem com as revelações do menino Boriska. Não devemos, todavia, nos ater ao
aspecto destrutivo da transição, como nos ensina o garoto, mas o que ela traz de bom. Como o Espiritismo também
enfatiza, devemos nos voltar ao objetivo primordial da existência: a reforma íntima.Através do esforço pessoal
na melhoria interior, contribuiremos para a evolução de nossa própria alma e do mundo que habitamos, tendo por
base o amor ao próximo.Folha Espírita nº403, março de 2008-03-19